• Foragido da Justiça por morte de motorista de ônibus volta a ser preso em São Luís

    No início da noite de sábado (16), a polícia Militar do Maranhão por meio da Rotam, realizou a prisão de Leonidas Cunha Ribeiro, suspeito de envolvimento na morte do motorista de ônibus durante um assalto na Avenida dos Franceses, ocorrido em Janeiro. Ele e outras duas pessoas teriam praticado um assalto no sábado, a um entregador de gás no bairro Coheb/Sacavém, em São Luís.
    O trio foi detido em um Sandero vermelho, em um trecho da Avenida dos Franceses, após uma denúncia feita à Rotam. A equipe policial conseguiu interceptar o veículo, onde foram encontrados a arma utilizada no assalto e os pertences da vítima.Na delegacia, foi confirmado que Leônidas estava com mandado de prisão em aberto por ser acusado de envolvimento no assassinato do motorista Francisco Vale, ocorrido em janeiro. No entanto, uma decisão judicial o colocou em liberdade dias após sua prisão.

     

    Relembre o caso:

    O crime ocorreu durante um assalto na Avenida dos Franceses na noite do dia 22 de janeiro.
    Francisco Vale conduzia o ônibus da linha Vila São José/Rodoviária quando foi abordado por três assaltantes. Após roubar os passageiros, os criminosos exigiram que Francisco parasse o veículo. Incapaz de frear a tempo, ele foi fatalmente atingido por um tiro na cabeça.Leonidas Cunha Ribeiro havia sido preso em flagrante no dia 23 de janeiro, junto com outros dois adolescentes apontados como executores do assassinato do motorista Francisco Vale Silva. Os dois menores foram apreendidos.
    Segundo a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA)
    ele confessou a participação do crime.
    Entretanto, após ser preso, ele foi solto devido uma decisão da Justiça do Maranhão, atendendo um pedido da Defensoria Pública, reconheceu a ilegalidade da prisão e relaxou o flagrante, apontando ‘vício formal’.
    No pedido feito pelo Ministério Público do Maranhão, foi reforçado que a prisão de Leonidas é necessária para garantir a ordem pública e a credibilidade das instituições, principalmente do Judiciário, já que se trata de um crime de grande comoção.

    Deixe uma resposta